Meditando sob o céu negro...
Miro as estrelas pequenas...
Parecem tão serenas
Tão tranquilas e amenas
Com o seu pequeno tilintar...
Titilando o escuro céu
Pela noite fora
Até que num soluço
Faz saltar o sol
Que contente aflora
Ressaltando fauna e flora
Um misto de sensações
Sobre a barriga do céu azul
Que sensivelmente reage
Nuvens de bege
Com suspiros sobre a terra
Um leve alívio como pena
Levemente acalma
Seu respirar celestial
Onde auras brancas e cinzas
Brincam brincadeira divinal
Com espirito agitado e jovial
E em leves brincadeiras
Se montam festas e feiras
Em alegrias e maluqueiras
Por vezes se fazem até fogueiras
Para manter a graça e alegria...
E de novo em volta vai
De volta ao ninho o sol torna
Trazendo a dama pela mão
Num passo de dança lento
Aborrecido e pachorrento
Mas mantendo-lhe sempre o sorriso
E retorno eu ao céu escuro
Sob o qual medito
Sob as estrelas cintilantes
Pequenas e marotas, titilantes
Fazendo cócegas ao calmo céu
A noite inteira sem parar
Sempre, sempre a titilar...
神龍、1日4月2008年
Wednesday, April 2, 2008
早い思考
(Hayai Shikou)
(Pensamentos rápidos)
Manchando uma tela com pigmentos de mínimas cores, com pincel suave de cabelos de marta... Vou vagueando em pensamentos que teimam em fugir de mim...
Não tinha dono e o que aspirava a sê-lo é constantemente subjugado em meros segundos, todos os dias... Minha mente, meu cérebro, menosprezado e diminuído pelos meus sentimentos, pelo meu coração...
Coisas simples que nem chegam a acontecer afectam-me brutalmente como fenómenos, catástrofes naturais de extremo impacto...
Chamo-me de parvo, intitulo-me de idiota e venero todos os pontos e características de todo o meu ser, como louvor à imbecilidade...
Mais tarde, revejo e revivo tudo como espectador e lamento e tenho pena de tamanha junção de estupidezes num só ser...
Pincelando suave e/ou ferozmente de vez em quando, vou-me expressando de vez em quando, olhando para o real fantasiando de vez em quando...
Mirando o mundo através de espelhos, de gotas d'água que não teimam em cair, mostrando-se não obedientes, mas livres de tudo e todos... por vezes até livres demais...
Descobrindo-me em orbes alheias com ou sem brilho, em gotas d'água brilhantes ou pálidas.
Seres banais e incomuns que dizem e me mostram como viver a vida sem sofrer, com teorias que são simplesmente impossíveis de concretizar...
Embriagados duma insanidade incontrolável que lhes parece ser perfeita, ainda que dela se lamentem 24horas por dia e a vangloriam durante minutos ou horas...
Risos, choros e gargalhadas que simpatizam com todas as situações e nelas se destacam ou minimizam, dando ares da sua graça...
"Sfumattando" os contornos invisíveis, vou definindo formas de coisas imateriais, imaterialidades que nem sei se valerão a pena materializar...
Mas para quê pensar? O mal está em não agir...
Desde que se pense o suficiente para se mover...
Mas...
Mas...
Fugiram de novo...
神龍、1日4月2008年
(Pensamentos rápidos)
Manchando uma tela com pigmentos de mínimas cores, com pincel suave de cabelos de marta... Vou vagueando em pensamentos que teimam em fugir de mim...
Não tinha dono e o que aspirava a sê-lo é constantemente subjugado em meros segundos, todos os dias... Minha mente, meu cérebro, menosprezado e diminuído pelos meus sentimentos, pelo meu coração...
Coisas simples que nem chegam a acontecer afectam-me brutalmente como fenómenos, catástrofes naturais de extremo impacto...
Chamo-me de parvo, intitulo-me de idiota e venero todos os pontos e características de todo o meu ser, como louvor à imbecilidade...
Mais tarde, revejo e revivo tudo como espectador e lamento e tenho pena de tamanha junção de estupidezes num só ser...
Pincelando suave e/ou ferozmente de vez em quando, vou-me expressando de vez em quando, olhando para o real fantasiando de vez em quando...
Mirando o mundo através de espelhos, de gotas d'água que não teimam em cair, mostrando-se não obedientes, mas livres de tudo e todos... por vezes até livres demais...
Descobrindo-me em orbes alheias com ou sem brilho, em gotas d'água brilhantes ou pálidas.
Seres banais e incomuns que dizem e me mostram como viver a vida sem sofrer, com teorias que são simplesmente impossíveis de concretizar...
Embriagados duma insanidade incontrolável que lhes parece ser perfeita, ainda que dela se lamentem 24horas por dia e a vangloriam durante minutos ou horas...
Risos, choros e gargalhadas que simpatizam com todas as situações e nelas se destacam ou minimizam, dando ares da sua graça...
"Sfumattando" os contornos invisíveis, vou definindo formas de coisas imateriais, imaterialidades que nem sei se valerão a pena materializar...
Mas para quê pensar? O mal está em não agir...
Desde que se pense o suficiente para se mover...
Mas...
Mas...
Fugiram de novo...
神龍、1日4月2008年
Wednesday, March 12, 2008
São as andorinhas...
Enquanto as pessoas vão caminhando sobre o chão calcetado das ruas, avenidas e ruelas, becos sem saída de Ebora Victoria, um pequeno, simples, mas maravilhoso espectáculo de transição de tempos e eras acontece... as mensageiras da Dama das flores e da nova vida, fazem vôos rasantes sobre o chão, sobre cabeças, sobre telhados, gatos e tudo mais que possa haver...
São as andorinhas, são as andorinhas...
Pequenas aves-soldado que escoltam a bela dama primaveril que se aproxima a largos passos e que só pensa em abalar assim que a sua dança de paz, alegria, aromas frescos e pequenas belezas tenham afectado os olhares de quem por ela passa...
É sua meta, atingir os jovens e belos com uma pequena ajuda d'Eros para poder alastrar a sua epidemia de amor e mel... Ignorando quem deles se enjoa...
Parecem flechas azuis cheias de pontas... do bico, das asas, do seu leque caudal... um animal belo e genial que possui beleza simples, mas sem fim...
E quando morre uma andorinha, morre a Primavera...
E quando morre a Primavera, morre Eros e o amor...
E quando morre o amor, morre a esperança no mundo...
E sem esperança morremos nós...
E sem nós...
...sem nós o mundo vive mais tranquilo...
Renasce e revive...
E é feliz...
Com andorinhas...
神龍、12日3月2008年
São as andorinhas, são as andorinhas...
Pequenas aves-soldado que escoltam a bela dama primaveril que se aproxima a largos passos e que só pensa em abalar assim que a sua dança de paz, alegria, aromas frescos e pequenas belezas tenham afectado os olhares de quem por ela passa...
É sua meta, atingir os jovens e belos com uma pequena ajuda d'Eros para poder alastrar a sua epidemia de amor e mel... Ignorando quem deles se enjoa...
Parecem flechas azuis cheias de pontas... do bico, das asas, do seu leque caudal... um animal belo e genial que possui beleza simples, mas sem fim...
E quando morre uma andorinha, morre a Primavera...
E quando morre a Primavera, morre Eros e o amor...
E quando morre o amor, morre a esperança no mundo...
E sem esperança morremos nós...
E sem nós...
...sem nós o mundo vive mais tranquilo...
Renasce e revive...
E é feliz...
Com andorinhas...
神龍、12日3月2008年
Saturday, March 8, 2008
Ideias soltas/Sloth
Caminhamos sobre caminhos que intrigam, caminhos do desprezo e ignorância...
Concentrados no foco de luz falsa que luz do nosso umbigo como pico dum monte sem importância que consideramos nosso trono, nosso pedestal...
Vemos cumprimentos e elogios a serem soltos como balões pelo ar, flutuando lentamente, admirados por ingénuos e patetas que se encantam com pouco...
Mas se tomarmos atenção veremos que na sobriedade destes tempos embriagados se vê na inexistência dum simples olá a verdadeira e/ou falsa amizade...
Pois é mais fácil fechar a cortina de ilusões e mentiras para quem está sóbrio...
神龍、7日3月2008年
Concentrados no foco de luz falsa que luz do nosso umbigo como pico dum monte sem importância que consideramos nosso trono, nosso pedestal...
Vemos cumprimentos e elogios a serem soltos como balões pelo ar, flutuando lentamente, admirados por ingénuos e patetas que se encantam com pouco...
Mas se tomarmos atenção veremos que na sobriedade destes tempos embriagados se vê na inexistência dum simples olá a verdadeira e/ou falsa amizade...
Pois é mais fácil fechar a cortina de ilusões e mentiras para quem está sóbrio...
神龍、7日3月2008年
Dali is a hippie freak
Tempos distintos...
No entanto tão próximos... Tão comtemporâneos...
Amo a tua alma e o que ela me diz, admiro a tua paixão e ambição descritas em caligrafias que poucos entendem...
Um beijo de prata e platina e marfim, nos meus lábios de mel e jasmim, num surreal momento de prazer... Com sangue e ossos como adereços ligeiros, teus olhares nebulosos de poeiras e fumos que me envolvem, que te envolvem, que revolvem visões mistificando-as num ligeiro extremo...
E no mitológico abraçar de ilusões, invejo o percurso de Dante cravado por ti na História, através de tintas e linguagens codificadas...
O meu desejo de te penetrar profundamente com minhas flechas, de te imortalizar com minhas lanças, de mostrar minha natura centaura... Em hipnotizantes claustros esféricos que tu crias...
São o empurrar para o inferno, limbo e paraíso...
És a Comédia Divina que invejo e cobiço...
Em realidades surreais místicas e terrenas...
Em ti...
Dali...
神龍、26日2月2008年
No entanto tão próximos... Tão comtemporâneos...
Amo a tua alma e o que ela me diz, admiro a tua paixão e ambição descritas em caligrafias que poucos entendem...
Um beijo de prata e platina e marfim, nos meus lábios de mel e jasmim, num surreal momento de prazer... Com sangue e ossos como adereços ligeiros, teus olhares nebulosos de poeiras e fumos que me envolvem, que te envolvem, que revolvem visões mistificando-as num ligeiro extremo...
E no mitológico abraçar de ilusões, invejo o percurso de Dante cravado por ti na História, através de tintas e linguagens codificadas...
O meu desejo de te penetrar profundamente com minhas flechas, de te imortalizar com minhas lanças, de mostrar minha natura centaura... Em hipnotizantes claustros esféricos que tu crias...
São o empurrar para o inferno, limbo e paraíso...
És a Comédia Divina que invejo e cobiço...
Em realidades surreais místicas e terrenas...
Em ti...
Dali...
神龍、26日2月2008年
Sunday, March 2, 2008
Pensamentos que pendem, em neve, sangue e mel...
Finas espadas rodopiam...
Como tornados esvanecem tudo, em suaves e finos cortes e estocadas que se sentem em extremos ventos que dançam em infinitas espirais...
Pegadas de memórias fixas num chão arenoso...
São rapidamente lavadas pelo tempo, o eterno oceano do cosmos que com o seu relógio perfeito fuzila tudo, afogando e asfixiando seres não merecedores das vidas que lhes foram emprestadas...
Uma melodia calma e tranquila revolve-se numa fogosa batida de um coração terrestre que parece explodir a qualquer momento... Em loucas e ferozes pulsações que repelem e assustam quem se aproxima... Um harém de mortas tentações que provocam sensações inumanas quase divinas ou deliciosamente infernais...
Como um engolir de veneno, sinto-me tragar sapos que incham a minha garganta e me sufocam as palavras que o coração me murmura... E que acabam por coaxar frases sem qualquer nexo, misturando-lhes sentidos, sentimentos e intenções completamente contra a minha vontade e que me mancham a face com negra tinta letal e me cegam...
Trespassando a escuridão as minhas flechas verbais desorientadas...
Um olhar... um tocar... um despertar de um sonho eterno... uma ressurreição... uma nova encarnação...
Só espero que a branca de neve não se torne negra de carvão...
E que eu possa respirar de alívio, sem que nenhum obstáculo me impeça de sentir o cheiro, sabor e calor de uma nova vida...
神龍、2日3月2008年
Como tornados esvanecem tudo, em suaves e finos cortes e estocadas que se sentem em extremos ventos que dançam em infinitas espirais...
Pegadas de memórias fixas num chão arenoso...
São rapidamente lavadas pelo tempo, o eterno oceano do cosmos que com o seu relógio perfeito fuzila tudo, afogando e asfixiando seres não merecedores das vidas que lhes foram emprestadas...
Uma melodia calma e tranquila revolve-se numa fogosa batida de um coração terrestre que parece explodir a qualquer momento... Em loucas e ferozes pulsações que repelem e assustam quem se aproxima... Um harém de mortas tentações que provocam sensações inumanas quase divinas ou deliciosamente infernais...
Como um engolir de veneno, sinto-me tragar sapos que incham a minha garganta e me sufocam as palavras que o coração me murmura... E que acabam por coaxar frases sem qualquer nexo, misturando-lhes sentidos, sentimentos e intenções completamente contra a minha vontade e que me mancham a face com negra tinta letal e me cegam...
Trespassando a escuridão as minhas flechas verbais desorientadas...
Um olhar... um tocar... um despertar de um sonho eterno... uma ressurreição... uma nova encarnação...
Só espero que a branca de neve não se torne negra de carvão...
E que eu possa respirar de alívio, sem que nenhum obstáculo me impeça de sentir o cheiro, sabor e calor de uma nova vida...
神龍、2日3月2008年
Wednesday, February 27, 2008
Sagittarius2
Feel the light running out the window...
A new day...
A new life...
A new world...
The sun's hidden, but the clouds are happily raining on us, to welcome us... In a nice, wetly way...
I feel a bit happy... It's a start...
A new beginning...
A new blood is flowing through renewed streams...
Good old smiles, good old laughters...
Even if I wanted to, I wouldn't be lonely...
I'm never lonely...
After all... I am me...
Even when I want to, even when I need to, even when I think I am...
...lonely...
神龍,18日2月2008年
A new day...
A new life...
A new world...
The sun's hidden, but the clouds are happily raining on us, to welcome us... In a nice, wetly way...
I feel a bit happy... It's a start...
A new beginning...
A new blood is flowing through renewed streams...
Good old smiles, good old laughters...
Even if I wanted to, I wouldn't be lonely...
I'm never lonely...
After all... I am me...
Even when I want to, even when I need to, even when I think I am...
...lonely...
神龍,18日2月2008年
Thursday, February 21, 2008
...Cofre de coisas poucas...
tento fugir...
duma tempestade chamada amor...
cujos ventos são simplesmente arrasadores...
lapadas cortantes que me ferem a face e desfiguram o coração...
não que sejam vis ou dolorosas...
apenas são... bizarras, sedutoras e letais...
as minhas palavras e versos voam...
num misto de frases que fazem deste poema sem nexo...
uma ode à loucura...
um hino à insanidade linguística e psicológica do seu escritor...
palavras e frases-reflexo duma alma perdida...
que se tenta achar... no que pode... e em quem pode...
palavras poucas...
fechadas num cofre tão complexo como a sua mente...
tão quente como o seu corpo...
tão misterioso como a razão com que funciona o seu coração...
murmúrios desnecessários...
aos ouvidos de quem quer que seja... aos olhos de quem os vir...
e um tornado de falsos versos
e um tufão de prosas vestidas com fatos de invisível ilusão...
fazem dum pequeno momento...
um misto de eventos de pequenas grandes emoções...
que num enxerto de palavrões...
tão fortemente se fizeram sentir... por dentro...
a alegria e a tristeza são gémeas separadas...
por quem as quis e quer assim...
por isso quem não as conhece...
que não as confunda quando estas aparecerem...
pois há quem se revolte...
com confusões assim... simples... mas importantes para quem as quer assim...
alienado do mundo...
puxa-se-lhe o chão debaixo dos pés...
e cai no mundo onde nasceu...
descendo das nuvens onde se meteu...
na era da descoberta de si próprio...
residindo hoje em louca moradia... de tolos alegres...
ventos do norte...
misturados em suores do sul...
e com as modernices do centro...
se faz mundo para o mundo...
mostrando a terra a si própria em si mesmo...
ingénua, insana... uma idiota sapiente... que não se sabe controlar...
fantasias e mitologias...
urbanas, pagãs, dum povo que nem se reconhece...
nem a si ou aos seus...
passados, presentes ou futuros...
destruindo futuros...
de quem está futuramente para chegar... e viver...
e os filhos da terra...
perdem-se...
em amores e ódios que nunca lhes foram tão desconhecidos...
julgando-se senhores de narizes que nem lhes pertencem...
fornicando a eles e à vida que têm...
dando um novo sentido à morte... tema neo-sacro... de foice negra e alas albas...
e eu perco-me em mim...
em minhas manias, vícios e paixões...
que nunca arrebataram corações...
a não ser o seu...
um egocentrismo que a si se ilude...
no seu mais puro e ingénuo estado... estático...
navego em labirintos feitos pelas minhas mãos...
como quem come o que cozinhou...
numa gula tal, devoro tudo...
enchendo a pança de alegrias e desgraças...
feitas pelas minhas mãos...
numa bofetada do destino... que ousei provocar... e amar...
a ti te amo...
meu mundo...
que me acolheu em suas loucuras...
fazendo de mim louco...
ao fazer-me apaixonar por ti...
abrindo meu cofre... complexo, quente e misterioso...
de palavras poucas...
numa louca tempestade de reticências...
de coisas que, para mim, ficarão para sempre por dizer...
神龍、21日2月2008年
duma tempestade chamada amor...
cujos ventos são simplesmente arrasadores...
lapadas cortantes que me ferem a face e desfiguram o coração...
não que sejam vis ou dolorosas...
apenas são... bizarras, sedutoras e letais...
as minhas palavras e versos voam...
num misto de frases que fazem deste poema sem nexo...
uma ode à loucura...
um hino à insanidade linguística e psicológica do seu escritor...
palavras e frases-reflexo duma alma perdida...
que se tenta achar... no que pode... e em quem pode...
palavras poucas...
fechadas num cofre tão complexo como a sua mente...
tão quente como o seu corpo...
tão misterioso como a razão com que funciona o seu coração...
murmúrios desnecessários...
aos ouvidos de quem quer que seja... aos olhos de quem os vir...
e um tornado de falsos versos
e um tufão de prosas vestidas com fatos de invisível ilusão...
fazem dum pequeno momento...
um misto de eventos de pequenas grandes emoções...
que num enxerto de palavrões...
tão fortemente se fizeram sentir... por dentro...
a alegria e a tristeza são gémeas separadas...
por quem as quis e quer assim...
por isso quem não as conhece...
que não as confunda quando estas aparecerem...
pois há quem se revolte...
com confusões assim... simples... mas importantes para quem as quer assim...
alienado do mundo...
puxa-se-lhe o chão debaixo dos pés...
e cai no mundo onde nasceu...
descendo das nuvens onde se meteu...
na era da descoberta de si próprio...
residindo hoje em louca moradia... de tolos alegres...
ventos do norte...
misturados em suores do sul...
e com as modernices do centro...
se faz mundo para o mundo...
mostrando a terra a si própria em si mesmo...
ingénua, insana... uma idiota sapiente... que não se sabe controlar...
fantasias e mitologias...
urbanas, pagãs, dum povo que nem se reconhece...
nem a si ou aos seus...
passados, presentes ou futuros...
destruindo futuros...
de quem está futuramente para chegar... e viver...
e os filhos da terra...
perdem-se...
em amores e ódios que nunca lhes foram tão desconhecidos...
julgando-se senhores de narizes que nem lhes pertencem...
fornicando a eles e à vida que têm...
dando um novo sentido à morte... tema neo-sacro... de foice negra e alas albas...
e eu perco-me em mim...
em minhas manias, vícios e paixões...
que nunca arrebataram corações...
a não ser o seu...
um egocentrismo que a si se ilude...
no seu mais puro e ingénuo estado... estático...
navego em labirintos feitos pelas minhas mãos...
como quem come o que cozinhou...
numa gula tal, devoro tudo...
enchendo a pança de alegrias e desgraças...
feitas pelas minhas mãos...
numa bofetada do destino... que ousei provocar... e amar...
a ti te amo...
meu mundo...
que me acolheu em suas loucuras...
fazendo de mim louco...
ao fazer-me apaixonar por ti...
abrindo meu cofre... complexo, quente e misterioso...
de palavras poucas...
numa louca tempestade de reticências...
de coisas que, para mim, ficarão para sempre por dizer...
神龍、21日2月2008年
Saturday, February 16, 2008
Untitled
大龍
With your evilish look...
why are you so gentle...
with most that do not deserve...
that are not worth it...
Why?
Harsh cold skin
Warm and kind body heat
Wise, but naive
Your strange ways may save
Many that are just not worth it
What do you see?
Who do you see?
私の龍?
神龍?
神電,??日2月2008年
大龍 = Ooryuu = Grande Dragão
私の龍 = watashi no Ryuu = meu dragão
神龍 = shin Ryuu = dragão divino
With your evilish look...
why are you so gentle...
with most that do not deserve...
that are not worth it...
Why?
Harsh cold skin
Warm and kind body heat
Wise, but naive
Your strange ways may save
Many that are just not worth it
What do you see?
Who do you see?
私の龍?
神龍?
神電,??日2月2008年
大龍 = Ooryuu = Grande Dragão
私の龍 = watashi no Ryuu = meu dragão
神龍 = shin Ryuu = dragão divino
Untitled
Sonhos que pendem...
em suaves cataratas...
de neve, sangue e mel...
Sonhos que miram horizontes invisíveis...
em suaves linhas...
de chocolate, carne e menta...
Sonhos que giram em torno dum sol...
em leves órbitas...
de seda, cabelos e aço...
Uma harmonia chaotica...
Em torno dum mundo de insanidades bestiais...
Dentro dum reino de amor que não existe e dum ódio que persiste na sua expansão...
Rodando em torno dum sol perfeito e velho, esvanecendo em horizontes invisíveis, imperceptíveis pela sua luz, e deles pendendo sonhos...
Em suaves cataratas...
De neve, sangue e mel...
神電,1日2月2008年
em suaves cataratas...
de neve, sangue e mel...
Sonhos que miram horizontes invisíveis...
em suaves linhas...
de chocolate, carne e menta...
Sonhos que giram em torno dum sol...
em leves órbitas...
de seda, cabelos e aço...
Uma harmonia chaotica...
Em torno dum mundo de insanidades bestiais...
Dentro dum reino de amor que não existe e dum ódio que persiste na sua expansão...
Rodando em torno dum sol perfeito e velho, esvanecendo em horizontes invisíveis, imperceptíveis pela sua luz, e deles pendendo sonhos...
Em suaves cataratas...
De neve, sangue e mel...
神電,1日2月2008年
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